Editora Paulus, apenas seguindo as correntezas do CV2

Edições Paulus adultera as KALENDAS de Natal, introduzindo “BUDA, o iluminado”

O que os documentos e declarações pós conciliares ensinam

Paulo VI, Audiência Geral aos budistas japoneses, 5 de Setembro de 1973: “É um grande prazer para nós dar as boas-vindas aos membros da Viagem dos Budistas Japoneses pela Europa, os honoráveis seguidores da seita budista Soto-shu.

(…) No Concílio Vaticano II, a Igreja Católica exortou os seus filhos e filhas a estudarem e avaliarem as tradições religiosas da humanidade para que, ‘através dum diálogo sincero e paciente, eles aprendam as riquezas que Deus liberalmente outorgou aos povos’ (Ad gentes #11)… O budismo é uma das riquezas de Ásia…”

Paulo VI, Audiência Geral à delegação budista japonesa, 24 de Outubro de 1973: “É uma vez mais um prazer dar as boas-vindas a um distinto grupo da delegação budista japonesa. Compraz-nos reiterar o apreço que temos pelo vosso país, suas nobres tradições…”

Paulo VI, Discurso ao líder espiritual budista tibetano, 17 de Janeiro de 1975: “O Segundo Concílio do Vaticano expressou admiração pelo budismo nas suas várias formas.… Desejamos a Sua Santidade e a todos os fiéis uma abundância de paz e prosperidade.”

Paulo VI, Discurso aos budistas, 5 de Junho de 1972: “É com grande cordialidade e estima que saudamos um tão distinto grupo de líderes budistas da Tailândia. … Temos um respeito profundo por… suas preciosas tradições.”

Paulo VI a um grupo de líderes budistas, 15 de Junho de 1977: “É com calorosa afeição que damos as boas vindas ao distinto grupo de líderes budistas do Japão. O Concílio Vaticano II declarou que a Igreja Católica encara com sincero respeito o vosso modo de vida

Paulo VI, Discurso ao patriarca budista de Laos, 8 de Junho de 1973: “…Budismo a Igreja Católica considera com estima e respeito as suas riquezas espirituais… e deseja colaborar consigo, como homens religiosos, para trazer a verdadeira paz e a salvação do homem.”

Vaticano II, Nostra Aetate, #2: No budismo, segundo as suas várias formas, reconhece-se a radical insuficiência deste mundo mutável, e propõe-se o caminho pelo qual os homens, com espírito devoto e confiante, possam alcançar o estado de libertação perfeita ou atingir, pelos próprios esforços ou ajudados do alto a suprema iluminação.”

Vaticano II, Nostra Aetate, #2: “Assim, no hinduísmo, os homens perscrutam o mistério divino e exprimem-no com a fecundidade inexaurível dos mitos e os esforços da penetração filosófica, buscando a libertação das angústias da nossa condição quer por meio de certas formas de ascetismo, quer por uma profunda meditação, quer, finalmente, pelo refúgio amoroso e confiante em Deus.”

Bento XVI, Sal da Terra, 1996, pág. 23: “E portanto podemos também compreender que, no cosmos religioso indiano (‘hinduísmo’ é uma designação equívoca que engloba múltiplas religiões), encontraremos uma enorme variedade de formas, desde as mais elevadas e puras ― cunhadas pelo conceito de amor ―, a outras que são totalmente macabras, que incluem rituais homicidas.”

João Paulo II, Redemptor hominis, #6, 4 de Março de 1979:
“Não acontece, porventura, algumas vezes, que a crença firme dos sequazes das religiões não-cristãs — crença que é efeito também ela do Espírito da verdade operante para além das fronteiras visíveis do Corpo Místico…”

João Paulo II, Redemptoris missio, #29, 7 de Dezembro de 1990: “As relações da Igreja com as restantes religiões baseiam-se num duplo aspecto: ‘respeito pelo homem na sua busca de resposta às questões mais profundas da vida, e respeito pela acção do Espírito nesse mesmo homem.’

João Paulo II, 6 de Maio de 1984: “… o mundo tem com especial interesse os olhos postos na Coreia. Pois, ao longo da história, o povo coreano encontrou na grande visão ética e religiosa do budismo e do confucionismo, o caminho da auto-renovação… Permitam-me dirigir uma particular saudação aos membros da tradição budista uma vez que preparam-se para celebrar a festividade da vinda do Senhor Buda? Que vossa alegria seja completa e vosso júbilo realizado.”

João Paulo II venerou o hindu Gandhi

João Paulo II descalçou os sapatos diante do monumento de Gandhi e declarou: “Hoje, como peregrino da paz, vim aqui para fazer homenagem a Mahatma Gandhi, herói da humanidade.” (Citado em Abbé Daniel Le Roux, Peter, Lovest Thou Me?, Angelus Press, 1988, pág. 147)

Sacrosanctum Concilium, #37: “… é desejo da Igreja… respeitar e procurar desenvolver as qualidades e dotes de espírito das várias raças e povos por vezes chega a aceitá-lo na Liturgia, se se harmoniza com o verdadeiro e autêntico espírito litúrgico.”

Assistam este vídeo:

Quem está errado, a editora Paulus ou o CV2?

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Lazaro Laert

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