Padre da Canção Nova é contra impeachment, faz apologia ao socialismo e até cita o excomungado Leonardo Boff

Mais um padre da Canção Nova em escândalo. Depois de Silvio Andrei, preso, nú, bêbado, tentando abusar de um adolescente, e do padre Wilson Vitoriano, que muito esteve na Canção Nova com suas homilias, abandonar a fé católica, agora é a vez (denovo, acredite se quiser) do padre Roger Araujo da Canção Nova criar polêmica e agir contra a fé católica.

Este padre, já foi denunciado por nosso apostolado em 2013 por elogiar o líder comunista Nelson Mandela, conforme postagem abaixo:

 

Rcc_fruto_arvore_maPois bem. Este senhor, que é padre mas é difícil achar uma foto dele com batina,está utilizando de suas redes sociais como o Twitter e Facebook para fazer apologia ao socialismo, defender o governo de Dilma Roussef (socialista/comunista) e chega ao fundo do poço citando o criador da teologia da libertação, o excomungado Leonardo Boff.

Já virou rotina na Canção Nova, maus padres que não tem o mínimo de amor à Santa Igreja

E também o péssimo exemplo de alguns de seus fiéis, que esqueçem o que ensina a Igreja e saem em defesa desses maus sacerdotes. Possívelmente devido a um mal ensinamento sobre a Igreja, proferido pela RCC.

Existem várias citações de papas da Igreja e incluindo um decreto do Santo Ofício de 1949, condenando explícitamente o comunismo e o socialismo.

Os mesmos serão colocados ao final deste artigo.

 

Capturamos algumas imagens em seu perfil que podem ser conferidas abaixo:

 

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DECRETUM CONTRA COMMUNISMUM
Decreto do Santo Ofício de 1949

Q. 1 Utrum licitum sit, partibus communistarum nomen dare vel eisdem favorem praestare.
[Acaso é lícito dar o nome ou prestar favor aos partidos comunistas?]

R. Negative: Communismum enim est materialisticus et antichristianus; communistarum autem duces, etsi verbis quandoque profitentur se religionem non oppugnare, se tamen, sive doctrina sive actione, Deo veraeque religioni et Ecclesia Christi sere infensos esse ostendunt.

Q. 2 Utrum licitum sit edere, propagare vel legere libros, periodica, diaria vel folia, qual doctrine vel actioni communistarum patrocinantur, vel in eis scribere.
[Acaso é lícito publicar, propagar ou ler livros, diários ou folhas que defendam a ação ou a doutrina dos comunistas, ou escrever nelas?]

R. Negative: Prohibentur enim ipso iure

Q. 3 Utrum Christifideles, qui actus, de quibus in n.1 et 2, scienter et libere posuerint, ad sacramenta admitti possint.
[Se os cristãos que realizarem concientemente e livremente, as ações conforme os n°s 1 e 2 podem ser admitidos aos sacramentos?]

R. Negative, secundum ordinaria principia de sacramentis denegandis iis, Qui non sunt dispositi

Q. 4 Utrum Christifideles, Qui communistarum doctrinam materialisticam et anti Christianam profitentur, et in primis, Qui eam defendunt vel propagant, ipso facto, tamquan apostatae a fide catholica, incurrant in excommunicationem speciali modo Sedi Apostolicae reservatam.
[Se os fiéis de Cristo, que declaram abertamente a doutrina materialista e anticristã dos comunistas, e, principalmente, a defendam ou a propagam, “ipso facto” caem em excomunhão (“speciali modo”) reservada à Sé Apostólica?]

R. Affirmative

Comentários

Deste modo todos os católicos que votarem (é uma espécie de prestar favor) ou se filiarem em partidos comunistas, escreverem livros filo-comunistas, ou revistas estão excluídos dos sacramentos.

Os que defenderem, propagarem ou declararem o materialismo dos comunistas também estão excomungados automaticamente.

Esse decreto do Santo Ofício de Pio XII, que foi confirmado por João XXIII em 1959, continua válido. Aliás, Pio XII trabalhou pessoalmente contra o comunismo na Itália.

Tal condenação do comunismo se soma às condenações feitas por Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Pio XI, Pio XII (ele também condenou em outras oportunidades), João XXIII, Paulo VI, Concílio Vaticano II (reiterou as condenações precedentes) e João Paulo II.

Faz mais de cem anos que a Igreja Católica condena o comunismo, socialismo e qualquer tipo de materialismo e igualdade material. A pena para os que desobedecem a proibição de ajudar o comunismo (ou suas variantes) sob qualquer aspecto (incluindo a votação nos partidos filo-comunistas) é a excomunhão automática.

“Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro” (Pio XI)

Fonte: Associação Cultural Montfort

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Documentos da Odebrecht lista nome de Grabiel Chalita (que tinha um programa na Canção Nova) e mais 200 políticos

Não é de hoje que denunciamos casos de corrupção envolvendo a Canção Nova e Gabriel Chalita (Conferir: Chalita: R$ 50 milhões de propina, 25% de comissão / Chalita, a fazenda Centri, o Itesp, a Faenquil, e a Canção Nova). Eis que hoje (23 de março de 2016), mais um caso vem à tona:

Nome de Gabriel Chalita está entre os 200 da lista da Odrebecht

Com informações do blog de Fernando Rodrigues:

Documentos apreendidos pela Polícia Federal listam possíveis repasses da Odebrecht para mais de 200 políticos de 18 partidos políticos. É o mais completo acervo do que pode ser a contabilidade paralela descoberta e revelada ontem (22.mar.2016) pela força-tarefa da Operação Lava Jato.

As planilhas estavam com Benedicto Barbosa Silva Júnior, presidente da Odebrecht Infraestrutura, e conhecido no mundo empresarial como “BJ”. Foram apreendidas na 23ª fase da operação Lava Jato, batizada de “Acarajé”, realizada no dia 22.fev.2016.

Como eram de uma operação de 1 mês atrás e só foram divulgados públicos ontem (22.mar) pelo juiz federal Sérgio Moro, os documentos acabaram não sendo mencionados no noticiário sobre a Lava Jato.

As planilhas são riquíssimas em detalhes –embora os nomes dos políticos e os valores relacionados não devam ser automaticamente ser considerados como prova de que houve dinheiro de caixa 2 da empreiteira para os citados. São indícios que serão esclarecidos no curso das investigações da Lava Jato.

Mais informações e documentos originais podem ser conferidos no Blog do Fernando Rodrigues.

Padre pioneiro da RCC em Jundiaí/SP abandona a Fé Católica e é excomungado

Há muitos anos, nós do Apostolado Fora da Igreja não há Salvação, alertamos sobre o perigo que a Renovação Carismática “Católica” traz para os fiéis.
Somos, na maioria dos comentários, atacados e caluniados por aqueles que, por cegueira ou simplesmente não querem conhecer a verdade, defendem tal movimento.

No dia 1 de fevereiro de 2016, o padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva, que trouxeram o movimento carismático para a cidade de Jundiaí/SP, ABANDONOU A IGREJA CATÓLICA e foi para a igreja anglicana.

Se a RCC tem o poder de fazer isso com sacerdotes, imagine só, com nós fiéis, meros leigos.

O que acontecerá com os membros da associação fundada por este padre? Não só eles, mas todos ligados a movimentos carismáticos têm tendência de um dia, abandonar a igreja e se tornar protestante, afinal, a própria RCC é de origem protestante (Conferir: “Se devoção a Maria consistisse em rezar o terço todo dia, eu estaria perdida” (Patti Mansfield, protestante, e uma das fundadoras da RCC)).

Pregação padre Wilson Vitoriano na Canção Nova

Há 18 anos servindo a Igreja Católica Apostólica Romana, o padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva deixa a instituição religiosa para se dedicar à Igreja Anglicana, e também à Associação Leões de Judá, fundada por ele em 2013. Na última sexta-feira (29), ele entregou uma ‘carta de desfiliação’ da igreja ao bispo diocesano de Jundiaí, dom Vicente Costa. Em nota enviada com exclusividade à redação do JJ Regional, dom Vicente lamentou a decisão e espera que a escolha seja repensada.

Na noite desta segunda-feira (01), durante seu ato eucarístico semanal, na sede do Clube Nacional, na Vila Arens, padre Wilson Vitoriano comunicou sua decisão aos fiéis. Segundo ele, se tornar um integrante da Igreja Anglicana é ter mais liberdade para evangelizar – um sonho que ele realiza como ‘pastor’ e espera contar com a compreensão dos fiéis.

“Eu quero mais liberdade para evangelizar. Há tempos venho me sentindo com vontade de mudança. Não houve brigas ou desentendimento, até porque tenho muito respeito pelo bispo. Os fiéis que me acompanham há anos terão a liberdade de continuar comigo nessa caminhada de fé”, comenta.

Renovação carismática – Conhecido como um dos primeiros padres da Diocese de Jundiaí a implantar a Renovação Carismática (RCC), padre Wilson diz que entregou a carta ao bispo e a conversa se sucedeu de forma tranquila. A decisão de mudança, porém, é irreversível, segundo ele.

“A ideia agora é procurar um terreno para que possamos criar a primeira sede anglicana da cidade. Já estamos trabalhando para isso”, informa o padre.
Em sua nota oficial sobre a decisão do padre Wilson, o bispo reforça que foram realizados vários encontros na tentativa de superar o impasse criado por certas atitudes que ele tomou à frente da “Associação Jesus Leão de Judá Senhor Salvador”, por ele fundada.

Dom Vicente afirma ainda que sempre manifestou a preocupação de pai e solicitude de pastor em cuidar e zelar pelo bem-estar e pelo ministério do padre Wilson, como também dos fiéis que participam das atividades da Associação. Mesmo assim, acredita que padre Wilson possa repensar, em oração, e mudar a decisão que manifestou em carta.

O bispo lembra aos fiéis que todas as celebrações litúrgicas, inclusive a Santa Missa, quando celebradas por um ministro que abandonou a fé católica, são “ilícitas”, isto é, não são realizadas de acordo com as normas da Igreja Católica. “Lembro-lhes ainda que os fiéis católicos não podem receber os sacramentos de um ministro que abandonou a fé católica.”

Em outras cidades – Padre Wilson Vitoriano – que arrebata milhares de fiéis em suas celebrações e já tinha sido transferido algumas vezes pela Diocese para paróquias de outras cidades -, diz que continuará com as missas de cura e libertação no Clube Nacional, sempre às segundas e sextas-feiras.

Confira na íntegra o comunicado de Dom Vicente Costa, bispo diocesano de Jundiaí:
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Jundiaí − SP, 1º de fevereiro de 2016.

 

COMUNICADO AO POVO DE DEUS DA DIOCESE DE JUNDIAÍ

Exorto os fiéis para que que sejam “solícitos em guardar a

unidade do Espírito pelo vínculo da paz”

(Ef 4,3).

De coração partido, como Pastor responsável pela porção do Povo de Deus que me foi confiada, comunico aos meus diocesanos e diocesanas que recebi uma carta, na última sexta-feira, 29 de janeiro de 2016, do Rev.mo Padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva, do clero diocesano, em que ele declara estar “conscientemente e livremente se desligando da Igreja Católica Apostólica Romana” para fazer parte de uma “outra família de fé”.

Informo aos fiéis que foram realizados vários encontros fraternos entre mim e o referido Padre, na tentativa de superar o impasse criado por certas atitudes que ele tomou à frente da “Associação Jesus Leão de Judá Senhor Salvador”, por ele fundada. Diante de Deus, afirmo que sempre manifestei a minha preocupação de pai e solicitude de pastor em cuidar e zelar pelo bem-estar e pelo ministério presbiteral desse Padre, como também dos fiéis que participam das atividades da mencionada Associação. Mesmo diante do último fato, que é grave e implica as devidas medidas canônicas, ainda acredito – e confio no Bom Deus! – que o Padre Wilson Vitoriano Ferreira da Silva possa repensar, em oração, e mudar a decisão que manifestou na carta a mim endereçada.

Assim, na condição de Bispo Diocesano, manifesto minha proximidade aos fiéis que participam da “Associação Jesus Leão de Judá Senhor Salvador” exorto-os paternalmente a manterem a fé que da Igreja receberam. É preciso que saibam que todas as celebrações litúrgicas, inclusive a Santa Missa, quando celebradas por um ministro que abandonou a fé católica, são “ilícitas”, isto é, não são realizadas de acordo com as normas da Igreja Católica; e lembro-lhes ainda que os fiéis católicos não podem receber os sacramentos de um ministro que abandonou a fé católica.

Exorto vivamente todos os fiéis, clérigos e leigos, a que, neste momento difícil pelo qual passa a querida e amada Diocese de Jundiaí, nos unamos em oração e conservemos a unidade da Igreja, sendo “um só corpo e um só Espírito” (cf. Ef 4,4).

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Declaração de excomunhão:

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Com informações do Jornal JJ, de Jundiaí/SP.